domingo, 30 de agosto de 2015

Professor Vander - Artes

Folclore


Folclore é uma palavra de origem inglesa, folk lore. “Folk” quer dizer povo e “lore” conhecimento. Logo, folclore é o estudo dos costumes e tradições de um povo.

O termo folclore foi usado pela primeira vez pelo arqueólogo inglês William John Thoms (1803-1885), pesquisador da cultura européia, num artigo publicado por ele na revista The Athenaeum com o título “Folk-lore”, em 22 de agosto de 1846, propondo a criação desse termo.

O folclore é uma manifestação popular passada de geração após geração. As canções de ninar, as adivinhas, o artesanato, os jogos, a culinária, as festas, as músicas, as simpatias, etc.









Conhecendo o folclore de um país podemos compreender seu povo. Para um costume ser considerado folclore é preciso ter origem anônima, ou seja, não se saber ao certo quem criou. Deve ser aceito e praticado por grande número de indivíduos, além de resistir ao tempo e ser passado de geração em geração. 

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Prof. Ana Carolina - Filosofia

Trabalho do 3º ano sobre política.

Consistiu em formar um candidato a prefeitura do Beira Mar, com partido, número  e plataforma política. Eles tiveram 5 minutos de propaganda eleitoral em sala.














Prof. Ana Carolina - FIlosofia

Aulas de filosofia sobre Conhecimentos e ciência. Nada melhor que uma cruzadinha que agrega diversos saberes.Usamos a cruzadinha sobre a DENGUE enviada pela SEEDUC.







quarta-feira, 26 de agosto de 2015

PROF. RICARDO FREITAS - PORTUGUÊS 7º ANO - TARDE

SUGESTÃO DE ATIVIDADE

Chapeuzinho Amarelo 

Era a Chapeuzinho amarelo  Amarelada de medo.  Tinha medo de tudo, aquela Chapeuzinho.  Já não ria.  Em festa não aparecia.  Não subia escada nem descia.  Não estava resfriada, mas tossia.  Ouvia conto de fada e estremecia.  Não brincava mais de nada, nem amarelinha.  Tinha medo de trovão.  Minhoca, pra ela, era cobra.  E nunca apanhava sol, porque tinha medo de sombra. Não ia pra fora pra não se sujar.  Não tomava banho pra não descolar.  Não falava nada pra não engasgar.  Não ficava em pé com medo de cair.  Então vivia parada,  Deitada, mas sem dormir,  Com medo de pesadelo.

HOLLANDA, Chico Buarque de. In: Literatura comentada. São Paulo: Abril Cultural, 1980.

1. O texto trata de uma menina que

A) brincava de amarelinha.
B) gostava de festas.
C) subia e descia escadas.
D) tinha medo de tudo.

2. De acordo com o que foi estudado, que tipo de narrador temos na história de
Chapeuzinho Amarelo?



EXTRAÍDO DO:   CADERNO DE ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DE APRENDIZAGEM AUTORREGULADAS - 7 ANO - 3 BIMESTRE

PROF. RICARDO FREITAS - ENSINO RELIGIOSO

SUGESTÃO DE ATIVIDADE PARA O 3º ANO


Será que eu sou uma boa pessoa?
Para pensar:

Algo importante para qualquer pessoa é saber quem ela é, conhecer seus limites, desejos, pontos fracos e fortes isso influencia em nossos relacionamentos e  na maneira como vivemos a vida.As vezes pensamos que somos pessoas agradáveis. Quando encontramos dificuldades em nos relacionar geralmente colocamos a culpa nos outros.
Precisamos aprender a nos valorizar e a valorizar os outros, principalmente os nossos familiares. Você valoriza os seus familiares?

Tarefa

Responda as questões abaixo:

1. Você se sente bem quando vê alguém tendo sucesso?
2. Você se relaciona com as pessoas pelo o que elas tem ou pelo o que elas são?
3. Será que você costuma dar às outras pessoas a atenção e a consideração que elas merecem?
5. Você costuma elogiar os outros?
6. Você sabe guardar segredo?
7. Você coloca a sua vontade sempre em primeiro lugar?
8. Você costuma ajudar pessoas carentes?
9. Você fica irritado quando os outros discordam de você?
10. Você se acha uma pessoa responsável?
11. Você sabe admitir os seus erros?



Depois de ter respondido a todas as questões avalie se você é ou não uma boa pessoa e como você valoriza os seus familiares.

Professor Ricardo Freitas - Produção Textual - 3º ano turma 3001 - manhã

ATIVIDADES DE PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

TEXTO 1

PAÍS DO FUTURO
Rio de Janeiro – Lembra-se de quando o Brasil era o país do futuro?
Primeiro foi um gigante adormecido (“em berço esplêndido”), que um dia iria acordar e botar pra quebrar.
Depois tornou-se o país do futuro, um futuro  de riqueza, justiça social e bem-aventurança. Eram tempos, aqueles, de postergar tudo o que não podia ser realizado no presente. A dureza do regime militar deixava poucas brechas para que se ousasse fazer alguma coisa que não fosse aquilo já previsto, planejado, ordenado pelos generais no poder. Só restava então aguardar o futuro, que nunca chegava (mais uma vez vale lembrar: foram 21 anos de regime autoritário). O pior é que, mesmo depois de redemocratizado o país, a coisa continuou e continua meio encalacrada, com muitos sonhos tendo de ser adiados a cada dia, a cada nova dificuldade. Com a globalização, temos  que encarar (e temer) até as crises que ocorrem do outro lado do mundo. Todavia há que se aguardar o futuro com otimismo, e alguma razão para isso existe.

Dados de uma pesquisa elaborada pela Secretaria de Planejamento do governo de São Paulo revelam que o Brasil chegará ao próximo século, que está logo ali na esquina, com o maior contingente de jovens de sua história. Conforme os dados da pesquisa, somente na faixa dos 20 aos 24 anos serão quase 16 milhões de indivíduos no ano 2000.

Com esses dados, o usual seria prever o agravamento da situação do mercado de trabalho, já tão difícil para essa faixa de idade, e de problemas como a criminalidade em geral e o tráfico e o uso de drogas em particular. Mas por que não inverter a mão e acreditar, ainda que forçando um pouco a barra, que essa massa de novas cabeças pensantes simboliza a chegada do tal futuro? Quem sabe sairá do acúmulo de energia renovada dessa geração a solução de problemas que apenas se perpetuaram no fracasso das anteriores? Nada mal começar um milênio novinho em folha com o viço, a ousadia e o otimismo dos que têm 20 anos. (Luiz Caversan – Folha de São Paulo, 28.11.98)

1) Encontra apoio no texto a afirmação contida na opção:
a) A existência de 16 milhões de jovens brasileiros no ano 2000 constituirá um problema insolúvel.
b) Com a população jovem brasileira na casa dos 16 milhões, só se pode esperar o pior.
c) Não se pode pensar de forma otimista em relação ao próximo século.
d) Pode-se pensar positivamente em relação ao nosso futuro, apesar de alguns problemas.
e) Pode-se pensar de forma positiva sobre nosso futuro a partir da previsão do agravamento do desemprego.

2) A ideia de futuro vem representada no texto por uma seqüência de conceitos. A opção que indica essa seqüência é:
a) expectativa – gigantismo – idealização – otimismo
b) otimismo – expectativa – idealização – gigantismo
c) gigantismo – otimismo – idealização – expectativa
d) expectativa – idealização – otimismo – gigantismo
e) gigantismo – idealização – expectativa – otimismo

3) A linguagem coloquial empregada no texto pode ser exemplificada pela expressão:
a) “em berço esplêndido”
b) botar pra quebrar
c) bem-aventurança
d) dados de uma pesquisa
e) somente na faixa

4) Postergar significa:
a) polemizar
b) preterir
c) manifestar
d) difundir
e) incentivar

5) Em “o maior contingente de jovens de sua história”, o substantivo “jovens”, embora masculino, refere-se tanto aos rapazes quanto às moças. É comum, porém, que na distinção de gêneros haja referência a conteúdos distintos. Nas alternativas abaixo, a dupla de substantivos cuja diferença de gêneros NÃO corresponde a uma diferença de significados é:
a) novos cabeças – novas cabeças
b) vários personagens – várias personagens
c) outro guia – outra guia
d) o faixa preta – a faixa preta
e) algum capital – alguma capital

6) Escreva um texto dissertativo sobre: A educação no Brasil.
Mínimo 10  linhas

Máximo 25 linhas


TEXTO 2

REPUTAÇÃO ILIBADA

Há, no Brasil, cargos para os quais a lei exige reputação ilibada, ou seja, fama ou renome sem mancha. Servem de exemplo ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e do STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Para outros, o que é verdadeiro paradoxo criado pelo constituinte de 1988, reputação ilibada não basta, pois para o ministro  do Tribunal de Contas da União a Constituição também impõe a idoneidade moral. Não é fácil explicar para que serve a dupla imposição, quando dispensada nas duas mais importantes cortes judiciárias do país. Sugeriria a insuficiência da reputação sem mácula, o que levaria ao absurdo. As distinções oferecem outras curiosidades. Os ministros do STF e do STJ devem ter notável saber jurídico, mas basta, para os do Tribunal de Contas da União, o notório conhecimento jurídico, entre outras qualidades.
A distinção é inócua, embora os juristas digam que  a lei não contém vocábulos inúteis. Saber e conhecimento, tanto quanto notável e notório, são palavras ocas. Dependem dos valores subjetivos de quem as aplique. Para presidente da República, para deputado e senador, nada disso é exigido. Eleitos pelo voto popular, submetem-se a variáveis limites de idade. Não carecem de saber ou conhecimento. Basta que não sejam analfabetos. O presidente da República deve cumprir a lei e manter a probidade administrativa, mas nem sequer pode ser  processado por crimes comuns, como aconteceria com o adultério não perdoado pela mulher. Nos Estados Unidos, sob desculpa de exigirem reputação ilibada de seu presidente, os discursos moralistas esquecem a história.
Clinton errou e errou feio, mas não está só. Houve  líderes de porte, mas maridos nem sempre fidelíssimos, como Roosevelt e John Kennedy, este com a vantagem do inegável bom gosto. (…) A palavra decoro tem uma certa vantagem para definir o que se espera dos líderes políticos. É lamentável que, muitas vezes, decoro seja confundido com a ação que, embora irregular, termina sem ser descoberta. No processo por ofensa ao decoro, o senso de justiça se afoga na valoração política e no escândalo da mídia, interferindo contra ou a favor do acusado. (Walter Ceneviva, Folha de S. Paulo, 12/09/99)

1) O fragmento em que o autor explica o “verdadeiro paradoxo criado pelo constituinte de 1988” é:
a) “…quando dispensada nas duas mais importantes cortes judiciárias do país”
b) “…a lei exige reputação ilibada, ou seja, fama ou renome sem mancha”
c) “Servem de exemplo ministros do STF (Supremo Tribunal Federal e do STJ (Superior Tribunal de Justiça)”
d) “as distinções oferecem outras curiosidades”
e) “a distinção é inócua…”

2) “Dupla imposição”, no texto, refere-se:
a) a leis emanadas das duas mais importantes cortes judiciárias do país
b) à redundância entre fama e renome sem mancha
c) à exigência de reputação ilibada e idoneidade moral
d) às penas aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Superior Tribunal de Justiça
e) às atribuições dos ministros do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas da União

3) “Dependem dos valores subjetivos de quem as aplique” significa
a) modificam os valores de quem as enuncia.
b) têm seus sentidos fixados apenas nos dicionários.
c) tomam significado de acordo com padrões individuais.
d) referem-se àqueles que a utilizam.
e) caracterizam-se pela univocidade.

4) Leia o fragmento abaixo. “É  lamentável que, muitas vezes, decoro seja confundido com a ação que, embora seja irregular, termina sem ser descoberta.” A intenção do autor é
a) ignorar a dicotomia pensamento/ação.
b) legitimar o duplo sentido da palavra decoro.
c) confundir decoro com punibilidade.
d) denunciar a hipocrisia na preservação do decoro.
e) dissociar o senso de justiça da valoração política.

5) Os elementos que estabelecem a coesão entre o 1º e o 2º parágrafos e entre o 2º e o 3º são, respectivamente,
a) “embora” e “como”
b) “também” e “mas nem sequer”
c) “mas” e “probidade administrativa”
d) “entre outras qualidades” e “de quem”
e) “outras curiosidades” e “nada disso”

6) Produza um texto dissertativo sobre o tema: Qual a importância da educação para o País?
Mínimo 10 linhas
Máximo 25 linhas