Aulas de filosofia sobre Conhecimentos e ciência. Nada melhor que uma cruzadinha que agrega diversos saberes.Usamos a cruzadinha sobre a DENGUE enviada pela SEEDUC.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
PROF. RICARDO FREITAS - PORTUGUÊS 7º ANO - TARDE
SUGESTÃO DE ATIVIDADE
Chapeuzinho Amarelo
Era a Chapeuzinho amarelo Amarelada de medo. Tinha medo de tudo, aquela Chapeuzinho. Já não ria. Em festa não aparecia. Não subia escada nem descia. Não estava resfriada, mas tossia. Ouvia conto de fada e estremecia. Não brincava mais de nada, nem amarelinha. Tinha medo de trovão. Minhoca, pra ela, era cobra. E nunca apanhava sol, porque tinha medo de sombra. Não ia pra fora pra não se sujar. Não tomava banho pra não descolar. Não falava nada pra não engasgar. Não ficava em pé com medo de cair. Então vivia parada, Deitada, mas sem dormir, Com medo de pesadelo.
HOLLANDA, Chico Buarque de. In: Literatura comentada. São Paulo: Abril Cultural, 1980.
1. O texto trata de uma menina que
A) brincava de amarelinha.
B) gostava de festas.
C) subia e descia escadas.
D) tinha medo de tudo.
2. De acordo com o que foi estudado, que tipo de narrador temos na história de
Chapeuzinho Amarelo?
EXTRAÍDO DO: CADERNO DE ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DE APRENDIZAGEM AUTORREGULADAS - 7 ANO - 3 BIMESTRE
PROF. RICARDO FREITAS - ENSINO RELIGIOSO
SUGESTÃO DE ATIVIDADE PARA O 3º ANO
Será que eu sou uma boa
pessoa?
Para pensar:
Algo importante para
qualquer pessoa é saber quem ela é, conhecer seus limites, desejos, pontos
fracos e fortes isso influencia em nossos relacionamentos e na maneira como vivemos a vida.As vezes
pensamos que somos pessoas agradáveis. Quando encontramos dificuldades em nos
relacionar geralmente colocamos a culpa nos outros.
Precisamos aprender a nos
valorizar e a valorizar os outros, principalmente os nossos familiares. Você
valoriza os seus familiares?
Tarefa
Responda as questões abaixo:
1. Você se sente bem quando vê alguém tendo sucesso?
2. Você se relaciona com as pessoas pelo o que elas
tem ou pelo o que elas são?
3. Será que você costuma dar às outras pessoas a
atenção e a consideração que elas merecem?
5. Você costuma elogiar os outros?
6. Você sabe guardar segredo?
7. Você coloca a sua vontade sempre em primeiro
lugar?
8. Você costuma ajudar pessoas carentes?
9. Você fica irritado quando os outros discordam de
você?
10. Você se acha uma pessoa responsável?
11. Você sabe admitir os seus erros?
Depois de ter
respondido a todas as questões avalie se você é ou não uma boa pessoa e como
você valoriza os seus familiares.
Professor Ricardo Freitas - Produção Textual - 3º ano turma 3001 - manhã
ATIVIDADES DE PRODUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO
TEXTO 1
PAÍS DO FUTURO
Rio de Janeiro – Lembra-se de quando o Brasil era o país do
futuro?
Primeiro foi um gigante adormecido (“em berço
esplêndido”), que um dia iria acordar e botar pra quebrar.
Depois tornou-se o país do futuro, um futuro de riqueza, justiça social e bem-aventurança. Eram tempos, aqueles, de postergar tudo o que não podia ser realizado no presente. A dureza do regime militar deixava poucas brechas para que se ousasse fazer alguma coisa que não fosse aquilo já previsto, planejado, ordenado pelos generais no poder. Só restava então aguardar o futuro, que nunca chegava (mais uma vez vale lembrar: foram 21 anos de regime autoritário). O pior é que, mesmo depois de redemocratizado o país, a coisa continuou e continua meio encalacrada, com muitos sonhos tendo de ser adiados a cada dia, a cada nova dificuldade. Com a globalização, temos que encarar (e temer) até as crises que ocorrem do outro lado do mundo. Todavia há que se aguardar o futuro com otimismo, e alguma razão para isso existe.
Depois tornou-se o país do futuro, um futuro de riqueza, justiça social e bem-aventurança. Eram tempos, aqueles, de postergar tudo o que não podia ser realizado no presente. A dureza do regime militar deixava poucas brechas para que se ousasse fazer alguma coisa que não fosse aquilo já previsto, planejado, ordenado pelos generais no poder. Só restava então aguardar o futuro, que nunca chegava (mais uma vez vale lembrar: foram 21 anos de regime autoritário). O pior é que, mesmo depois de redemocratizado o país, a coisa continuou e continua meio encalacrada, com muitos sonhos tendo de ser adiados a cada dia, a cada nova dificuldade. Com a globalização, temos que encarar (e temer) até as crises que ocorrem do outro lado do mundo. Todavia há que se aguardar o futuro com otimismo, e alguma razão para isso existe.
Dados de uma pesquisa elaborada pela Secretaria de Planejamento do governo de São Paulo revelam que o Brasil chegará ao próximo século, que está logo ali na esquina, com o maior contingente de jovens de sua história. Conforme os dados da pesquisa, somente na faixa dos 20 aos 24 anos serão quase 16 milhões de indivíduos no ano 2000.
Com esses dados, o usual seria prever o agravamento da situação do mercado de trabalho, já tão difícil para essa faixa de idade, e de problemas como a criminalidade em geral e o tráfico e o uso de drogas em particular. Mas por que não inverter a mão e acreditar, ainda que forçando um pouco a barra, que essa massa de novas cabeças pensantes simboliza a chegada do tal futuro? Quem sabe sairá do acúmulo de energia renovada dessa geração a solução de problemas que apenas se perpetuaram no fracasso das anteriores? Nada mal começar um milênio novinho em folha com o viço, a ousadia e o otimismo dos que têm 20 anos. (Luiz Caversan – Folha de São Paulo, 28.11.98)
1) Encontra apoio
no texto a afirmação contida na opção:
a) A existência de 16 milhões de jovens brasileiros no ano 2000 constituirá um problema insolúvel.
b) Com a população jovem brasileira na casa dos 16 milhões, só se pode esperar o pior.
c) Não se pode pensar de forma otimista em relação ao próximo século.
d) Pode-se pensar positivamente em relação ao nosso futuro, apesar de alguns problemas.
e) Pode-se pensar de forma positiva sobre nosso futuro a partir da previsão do agravamento do desemprego.
a) A existência de 16 milhões de jovens brasileiros no ano 2000 constituirá um problema insolúvel.
b) Com a população jovem brasileira na casa dos 16 milhões, só se pode esperar o pior.
c) Não se pode pensar de forma otimista em relação ao próximo século.
d) Pode-se pensar positivamente em relação ao nosso futuro, apesar de alguns problemas.
e) Pode-se pensar de forma positiva sobre nosso futuro a partir da previsão do agravamento do desemprego.
2)
A ideia de futuro vem representada no texto por uma seqüência de conceitos. A
opção que indica essa seqüência é:
a) expectativa – gigantismo – idealização – otimismo
b) otimismo – expectativa – idealização – gigantismo
c) gigantismo – otimismo – idealização – expectativa
d) expectativa – idealização – otimismo – gigantismo
e) gigantismo – idealização – expectativa – otimismo
a) expectativa – gigantismo – idealização – otimismo
b) otimismo – expectativa – idealização – gigantismo
c) gigantismo – otimismo – idealização – expectativa
d) expectativa – idealização – otimismo – gigantismo
e) gigantismo – idealização – expectativa – otimismo
3) A linguagem
coloquial empregada no texto pode ser exemplificada pela expressão:
a) “em berço esplêndido”
b) botar pra quebrar
c) bem-aventurança
d) dados de uma pesquisa
e) somente na faixa
a) “em berço esplêndido”
b) botar pra quebrar
c) bem-aventurança
d) dados de uma pesquisa
e) somente na faixa
4) Postergar
significa:
a) polemizar
b) preterir
c) manifestar
d) difundir
e) incentivar
a) polemizar
b) preterir
c) manifestar
d) difundir
e) incentivar
5) Em “o maior
contingente de jovens de sua história”, o substantivo “jovens”, embora
masculino, refere-se tanto aos rapazes quanto às moças. É comum, porém, que na
distinção de gêneros haja referência a conteúdos distintos. Nas alternativas
abaixo, a dupla de substantivos cuja diferença de gêneros NÃO corresponde a uma
diferença de significados é:
a) novos cabeças – novas cabeças
b) vários personagens – várias personagens
c) outro guia – outra guia
d) o faixa preta – a faixa preta
e) algum capital – alguma capital
a) novos cabeças – novas cabeças
b) vários personagens – várias personagens
c) outro guia – outra guia
d) o faixa preta – a faixa preta
e) algum capital – alguma capital
6) Escreva um texto dissertativo sobre: A educação no Brasil.
Mínimo 10 linhas
Máximo 25 linhas
TEXTO 2
REPUTAÇÃO ILIBADA
Há, no Brasil, cargos para os quais a lei exige
reputação ilibada, ou seja, fama ou renome sem mancha. Servem de exemplo
ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e do STJ (Superior Tribunal de
Justiça).
Para outros, o que é verdadeiro paradoxo criado pelo constituinte de 1988, reputação ilibada não basta, pois para o ministro do Tribunal de Contas da União a Constituição também impõe a idoneidade moral. Não é fácil explicar para que serve a dupla imposição, quando dispensada nas duas mais importantes cortes judiciárias do país. Sugeriria a insuficiência da reputação sem mácula, o que levaria ao absurdo. As distinções oferecem outras curiosidades. Os ministros do STF e do STJ devem ter notável saber jurídico, mas basta, para os do Tribunal de Contas da União, o notório conhecimento jurídico, entre outras qualidades.
A distinção é inócua, embora os juristas digam que a lei não contém vocábulos inúteis. Saber e conhecimento, tanto quanto notável e notório, são palavras ocas. Dependem dos valores subjetivos de quem as aplique. Para presidente da República, para deputado e senador, nada disso é exigido. Eleitos pelo voto popular, submetem-se a variáveis limites de idade. Não carecem de saber ou conhecimento. Basta que não sejam analfabetos. O presidente da República deve cumprir a lei e manter a probidade administrativa, mas nem sequer pode ser processado por crimes comuns, como aconteceria com o adultério não perdoado pela mulher. Nos Estados Unidos, sob desculpa de exigirem reputação ilibada de seu presidente, os discursos moralistas esquecem a história.
Clinton errou e errou feio, mas não está só. Houve líderes de porte, mas maridos nem sempre fidelíssimos, como Roosevelt e John Kennedy, este com a vantagem do inegável bom gosto. (…) A palavra decoro tem uma certa vantagem para definir o que se espera dos líderes políticos. É lamentável que, muitas vezes, decoro seja confundido com a ação que, embora irregular, termina sem ser descoberta. No processo por ofensa ao decoro, o senso de justiça se afoga na valoração política e no escândalo da mídia, interferindo contra ou a favor do acusado. (Walter Ceneviva, Folha de S. Paulo, 12/09/99)
Para outros, o que é verdadeiro paradoxo criado pelo constituinte de 1988, reputação ilibada não basta, pois para o ministro do Tribunal de Contas da União a Constituição também impõe a idoneidade moral. Não é fácil explicar para que serve a dupla imposição, quando dispensada nas duas mais importantes cortes judiciárias do país. Sugeriria a insuficiência da reputação sem mácula, o que levaria ao absurdo. As distinções oferecem outras curiosidades. Os ministros do STF e do STJ devem ter notável saber jurídico, mas basta, para os do Tribunal de Contas da União, o notório conhecimento jurídico, entre outras qualidades.
A distinção é inócua, embora os juristas digam que a lei não contém vocábulos inúteis. Saber e conhecimento, tanto quanto notável e notório, são palavras ocas. Dependem dos valores subjetivos de quem as aplique. Para presidente da República, para deputado e senador, nada disso é exigido. Eleitos pelo voto popular, submetem-se a variáveis limites de idade. Não carecem de saber ou conhecimento. Basta que não sejam analfabetos. O presidente da República deve cumprir a lei e manter a probidade administrativa, mas nem sequer pode ser processado por crimes comuns, como aconteceria com o adultério não perdoado pela mulher. Nos Estados Unidos, sob desculpa de exigirem reputação ilibada de seu presidente, os discursos moralistas esquecem a história.
Clinton errou e errou feio, mas não está só. Houve líderes de porte, mas maridos nem sempre fidelíssimos, como Roosevelt e John Kennedy, este com a vantagem do inegável bom gosto. (…) A palavra decoro tem uma certa vantagem para definir o que se espera dos líderes políticos. É lamentável que, muitas vezes, decoro seja confundido com a ação que, embora irregular, termina sem ser descoberta. No processo por ofensa ao decoro, o senso de justiça se afoga na valoração política e no escândalo da mídia, interferindo contra ou a favor do acusado. (Walter Ceneviva, Folha de S. Paulo, 12/09/99)
1) O fragmento em
que o autor explica o “verdadeiro paradoxo criado pelo constituinte de 1988” é:
a) “…quando dispensada nas duas mais importantes cortes judiciárias do país”
b) “…a lei exige reputação ilibada, ou seja, fama ou renome sem mancha”
c) “Servem de exemplo ministros do STF (Supremo Tribunal Federal e do STJ (Superior Tribunal de Justiça)”
d) “as distinções oferecem outras curiosidades”
e) “a distinção é inócua…”
a) “…quando dispensada nas duas mais importantes cortes judiciárias do país”
b) “…a lei exige reputação ilibada, ou seja, fama ou renome sem mancha”
c) “Servem de exemplo ministros do STF (Supremo Tribunal Federal e do STJ (Superior Tribunal de Justiça)”
d) “as distinções oferecem outras curiosidades”
e) “a distinção é inócua…”
2) “Dupla
imposição”, no texto, refere-se:
a) a leis emanadas das duas mais importantes cortes judiciárias do país
b) à redundância entre fama e renome sem mancha
c) à exigência de reputação ilibada e idoneidade moral
d) às penas aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Superior Tribunal de Justiça
e) às atribuições dos ministros do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas da União
a) a leis emanadas das duas mais importantes cortes judiciárias do país
b) à redundância entre fama e renome sem mancha
c) à exigência de reputação ilibada e idoneidade moral
d) às penas aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Superior Tribunal de Justiça
e) às atribuições dos ministros do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas da União
3) “Dependem dos
valores subjetivos de quem as aplique” significa
a) modificam os valores de quem as enuncia.
b) têm seus sentidos fixados apenas nos dicionários.
c) tomam significado de acordo com padrões individuais.
d) referem-se àqueles que a utilizam.
e) caracterizam-se pela univocidade.
a) modificam os valores de quem as enuncia.
b) têm seus sentidos fixados apenas nos dicionários.
c) tomam significado de acordo com padrões individuais.
d) referem-se àqueles que a utilizam.
e) caracterizam-se pela univocidade.
4) Leia o
fragmento abaixo. “É lamentável que, muitas vezes, decoro seja confundido
com a ação que, embora seja irregular, termina sem ser descoberta.” A intenção
do autor é
a) ignorar a dicotomia pensamento/ação.
b) legitimar o duplo sentido da palavra decoro.
c) confundir decoro com punibilidade.
d) denunciar a hipocrisia na preservação do decoro.
e) dissociar o senso de justiça da valoração política.
a) ignorar a dicotomia pensamento/ação.
b) legitimar o duplo sentido da palavra decoro.
c) confundir decoro com punibilidade.
d) denunciar a hipocrisia na preservação do decoro.
e) dissociar o senso de justiça da valoração política.
5) Os elementos
que estabelecem a coesão entre o 1º e o 2º parágrafos e entre o 2º e o 3º são,
respectivamente,
a) “embora” e “como”
b) “também” e “mas nem sequer”
c) “mas” e “probidade administrativa”
d) “entre outras qualidades” e “de quem”
e) “outras curiosidades” e “nada disso”
a) “embora” e “como”
b) “também” e “mas nem sequer”
c) “mas” e “probidade administrativa”
d) “entre outras qualidades” e “de quem”
e) “outras curiosidades” e “nada disso”
6) Produza um texto dissertativo sobre o tema: Qual a
importância da educação para o País?
Mínimo
10 linhas
Máximo 25 linhas
terça-feira, 18 de agosto de 2015
terça-feira, 21 de julho de 2015
Prof. Ricardo Ensino Religioso
Ócio: a arte de dar sentido ao descanso
Mais do que um momento para descansar, as férias podem ser ideais para você entrar em equilíbrio consigo mesmo. Busque o melhor significado do ócio - um período para se desconectar e se entregar ao momento sem achar que está desperdiçando tempo
Em uma tarde de férias, assistindo a um filme na televisão, você se sentiu mal por não aproveitar o tempo livre do trabalho para realizar um curso de especialização. Culpado por isso, você parou de achar graça na história e ficou pensando em como não utiliza suas férias para atividades úteis. Situações como essa já aconteceram com você? Se sim, talvez seja hora de parar para refletir sobre o valor que você dá para o tempo livre e - por que não dizer? - para si mesmo.
Numa época em que o tempo ocioso se tornou sinônimo de minutos jogados fora, achamos que não ter um compromisso social ou não produzir durante um momento de folga significa desperdiçar nossas vidas. Felizmente, existem pessoas cujas pesquisas indicam o contrário. São os especialistas em ócio.
O primeiro trabalho dessa turma é circunscrever, com maior precisão, o sentido de ócio. A tarefa é necessária porque, no senso comum, o termo é usado para nomear coisas distintas e mesmo contraditórias. O Aurélio, por exemplo, define ócio como "preguiça, indolência, moleza", mas também como "ocupação suave, agradável". De quê, afinal, estamos falando?
De forma resumida, uma experiência de ócio se caracteriza pela realização de uma atividade sem que se espere receber nada em troca por ela. Por exemplo: correr porque é bom sentir o vento no rosto e os músculos trabalhando, e não para emagrecer e ficar mais saudável; ou ficar deitado no sofá porque se quer pensar na vida, e não porque não há nada melhor a fazer. O ócio, portanto, é a capacidade de aproveitar física, intelectual e emocionalmente uma atividade, que, enquanto dura, propicia ao indivíduo sensações de contentamento e satisfação. "O ócio não é um não fazer nada aleatório, vazio. É um não fazer pleno de sentido para quem entra nessa experiência. Eu não quero fazer nada porque quero entrar em contato com minhas questões mais essenciais", explica José Clerton Martins, doutor em Psicologia e coordenador do Laboratório de Estudos sobre Ócio, Trabalho e Tempo livre (Otium), da Universidade de Fortaleza.
O professor analisa que vivemos em uma época marcada pelo vazio existencial e pela pressa, em que não há - ou não se dá - tempo para o sujeito entrar em contato consigo mesmo, sem que isso seja considerado improdutivo para a sociedade.
Por perceber atitudes assim, Martins acredita que a grande questão deste século é resgatar alguns valores cultivados no passado. Na Grécia Antiga, no período que se refere ao último milênio antes de Cristo, acreditava-se que, para se desenvolver por completo, o ser humano deveria valorizar todos os tipos de atividade que fossem plenas de sentido para sua existência. Isso significa que, além do trabalho, tão valorizado por nós e que tem a capacidade de aperfeiçoar nossos talentos, o momento ocioso era igualmente necessário para o ser humano.
Já entendi que o ócio é importante. Mas como vivo uma experiência assim?
Tenha calma. Não há uma receita para uma experiência de ócio, até porque ela é individual e subjetiva. Porém, existem alguns passos a serem dados para criar um ambiente favorável ao ócio.
O primeiro de tudo é descansar. Esse momento funciona como uma transição entre a rotina de trabalho e de agitação para a calmaria. Uma das maneiras de conseguir isso é dormir, explica Ieda Rhoden, doutora em Ócio e em Potencial Humano. Segundo a pesquisadora, o sono ajuda a pessoa a se afastar mentalmente de questões cotidianas.
O primeiro de tudo é descansar. Esse momento funciona como uma transição entre a rotina de trabalho e de agitação para a calmaria. Uma das maneiras de conseguir isso é dormir, explica Ieda Rhoden, doutora em Ócio e em Potencial Humano. Segundo a pesquisadora, o sono ajuda a pessoa a se afastar mentalmente de questões cotidianas.
O passo seguinte é se permitir ter uma pausa. Mas tome cuidado para não confundir ócio com o que você faz no tempo livre. Para criar momentos de ócio e entrar em contato consigo mesmo, é necessário se livrar de compromissos indesejáveis e obrigações sociais nas horas de folga. Isso significa dizer não a festinhas às quais você não quer ir e só aceitou por pressão da família e dos amigos, por exemplo. "A experiência do ócio requer que a pessoa tenha um nível de consciência do ela faz. Tem que ser um desejo interno e não por questões externas. As pessoas fazem as coisas impulsivamente, no reflexo condicionado, sem pensar no que realmente querem", diz Ieda.
Resumindo... Só se chega a uma experiência de ócio quando se percebe liberdade para escolher fazer o que se gosta e está com vontade, seja não fazer nada ou correr quilômetros. O principal a guardar é: só você sabe o que te propicia recreação. "O ócio acontece quando a coisa que eu estou fazendo me basta, me dá satisfação por si mesma", explica Ieda.
O que eu ganho com uma experiência de ócio?
O sentido do ócio é a vivência da própria experiência, mas experimentá-lo pode trazer benefícios adicionais: a satisfação pessoal e o autoconhecimento. O contato com você mesmo pode levá-lo a valorizar mais os momentos individuais, a cuidar mais da saúde e a investir nas relações interpessoais sem se sentir obrigado a fazer isso. O objetivo, portanto, é identificar as atividades que conferem sentido à sua vida. Essa ressalva é importante para diferenciar ócio do hedonismo, que é a busca do prazer individual imediato.
A caminho do ócio
Descanse. Com mil caraminholas na cabeça, não é possível ir muito longe. Por isso, descanse e se desconecte das questões cotidianas.
Diga não. Às vezes, negar um programa indesejável é o primeiro passo para ter uma experiência de ócio. Afinal, temos que fazer o que queremos para realmente conseguir desfrutar o momento.
O que me agrada? Depois de dizer não para alguns compromissos, é hora de saber o que você gosta de fazer. Pare, pense nas atividades que lhe dão prazer e as faça.
Faça atividades dentro das suas capacidades. Ter desafios é bom para não cair no marasmo. Mas não exagere e escolha atividades proporcionais as suas capacidades. Caso o contrário, você se desgastará.
fonte: http://revistaescola.abril.com.br/avulsas/especial-ferias-ocio-arte-dar-sentido-descanso.shtml
Prof. Renata - Figuras de linguagens
Atividade
Objetivo:
- Empregar corretamente figuras de linguagens em texto.
- Identificar as figuras de linguagens em situações propostas.
Desenvolvimento:
- Revisar oralmente os conceitos apresentados previamente.
- Solicitar aos alunos que produzam um texto onde apareçam pelo menos três figuras, que
deverão ser identificadas com um destaque no texto.
- A atividade poderá ser realizada em dupla.
- Os trabalhos poderão ser apresentados ao grupão.
Objetivo:
- Empregar corretamente figuras de linguagens em texto.
- Identificar as figuras de linguagens em situações propostas.
Desenvolvimento:
- Revisar oralmente os conceitos apresentados previamente.
- Solicitar aos alunos que produzam um texto onde apareçam pelo menos três figuras, que
deverão ser identificadas com um destaque no texto.
- A atividade poderá ser realizada em dupla.
- Os trabalhos poderão ser apresentados ao grupão.
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